Leia o texto na integra em: http://www.pucrs.br/edipucrs/erematsul/poster/JulianaBatistaPereira.pdf
Segundo Soraia Aparecida de Oliveira:
Ensinar Matemática é desenvolver o raciocínio lógico, estimular o pensamento independente, a criatividade e a capacidade de resolver problemas. Nós como educadores matemáticos, devemos procurar alternativas para aumentar a motivação para a aprendizagem, desenvolver a autoconfiança, a organização, a concentração, estimulando a socialização e aumentando as interações do individuo com outras pessoas (2007, p.5).
Sonia Kramer e Antonio Flavio Barbosa Moreira citam:
Educar envolve o respeito, a crítica e a ampliação de horizontes e de tradições culturais. Relevância, nesse enfoque, corresponde ao potencial que certos conhecimentos e processos pedagógicos apresentam de tornar as pessoas aptas a definir o papel que devem ter na mudança de seus ambientes e no desenvolvimento da sociedade. Relevância sugere, então, conteúdos e experiências escolares que concorram para formar sujeitos autônomos, críticos e criativos, capazes de compreender como as coisas são, como assim se tornaram e como podem ser transformadas por ações humanas.
Moran (2008) afirma que:
As tecnologias são pontes que abrem a sala de aula para o mundo, que representam, medeiam o nosso conhecimento do mundo. São diferentes formas de representação da realidade, de forma mais abstrata ou concreta, mais estática ou dinâmica, mais linear ou paralela, mas todas elas, combinadas, integradas, possibilitam uma melhor apreensão da realidade e o desenvolvimento de todas as potencialidades do educando, dos diferentes tipos de inteligência, habilidades e atitudes. Desse modo, é difícil negar importância do uso das tecnologias na escola.
Atividade:
A construção do conceito de Semelhança de Triângulos
Para a construção do conceito tomamos como principal objetivo orientar os alunos a sozinhos alcançarem implicitamente alguns requisitos fundamentais para a chegada em tal conceito. Construímos num primeiro momento, com o auxílio do GeoGebra, dois triângulos retângulos com as medidas dos lados já sugeridas.
Para a construção do conceito tomamos como principal objetivo orientar os alunos a sozinhos alcançarem implicitamente alguns requisitos fundamentais para a chegada em tal conceito. Construímos num primeiro momento, com o auxílio do GeoGebra, dois triângulos retângulos com as medidas dos lados já sugeridas.
Como já esperado, foram encontrados dois possíveis valores para cada ângulo restante e por isso fez-se necessário relembrar a propriedade da soma dos ângulos internos de um triângulo.
Seguindo de forma similar chegamos ao significado de lados homólogos, isto é, um requisito fundamental para tal definição. Como conseqüência de todos os conhecimentos adquiridos até então, obtivemos os critérios que julgamos necessários para a construção do conceito de semelhança de triângulos. Porém, ainda antes de introduzir o conceito matemático propriamente dito, dialogamos com os alunos sobre o que eles entendiam por dois objetos serem semelhantes.
Explicitada a definição e introduzido os casos de semelhança, apresentamos aos alunos uma página na internet em que eles puderam, de forma divertida, aplicar os conhecimentos recém adquiridos.
Seguindo de forma similar chegamos ao significado de lados homólogos, isto é, um requisito fundamental para tal definição. Como conseqüência de todos os conhecimentos adquiridos até então, obtivemos os critérios que julgamos necessários para a construção do conceito de semelhança de triângulos. Porém, ainda antes de introduzir o conceito matemático propriamente dito, dialogamos com os alunos sobre o que eles entendiam por dois objetos serem semelhantes.
Explicitada a definição e introduzido os casos de semelhança, apresentamos aos alunos uma página na internet em que eles puderam, de forma divertida, aplicar os conhecimentos recém adquiridos.
Referências:
MORAN, Jose Manuel. A educação que desejamos: novas desafios e como chegar La. 2ª Ed. Campinas: Papiros, 2007
MOREIRA, Antonio Flavio Barbosa ; KRAMER, Sonia. Contemporaneidade, educação e tecnologia. Educação & Sociedade,v. 28, n. 100, p. 1037-1057, out./jan., 2007.
OLIVEIRA,Soraia Aparecida de. O lúdico como motivação nas aulas de matemática. Mundo jovem.Junho de 2007.p.5
OLIVEIRA,Soraia Aparecida de. O lúdico como motivação nas aulas de matemática. Mundo jovem.Junho de 2007.p.5